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Tipos de benefícios para colaboradores: Exemplos, obrigações legais e estratégias corporativas

  • calendário 10/01/2024
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Tipos de benefícios

Oferecer um pacote atraente de benefícios para colaboradores é um dos atalhos mais eficientes para melhorar a satisfação das suas equipes. E não são apenas eles que ganham com isso, mas as empresas também. Benefícios corporativos podem ter um impacto maior que o salário na permanência de um profissional na empresa. Logo, investir em benefícios empresariais é um recurso poderoso para atrair e reter talentos. 

Saiba mais: Tudo que você precisa saber sobre benefícios corporativos

Essas expectativas otimistas já devem ter te deixado pronto para colocar as mãos na massa. Mas, antes de qualquer coisa, você precisa ter em mente os tipos de benefícios oferecidos para os trabalhadores, e isso envolve entender as leis brasileiras. 

De um lado há os benefícios obrigatórios. Do outro, os opcionais. Entre os dois há a CLT. A Consolidação das Leis do Trabalho é o mecanismo legal que regula o oferecimento dos benefícios obrigatórios. Esses são os benefícios que garantem os direitos do trabalhador e equidade nas relações de trabalho. Por outro lado, transformar os benefícios em um diferencial competitivo requer que você vá além. É aí que os benefícios opcionais entram.

Organizações de ponta vão além do mínimo legal, incorporando os benefícios flexíveis. Esses são adaptados às preferências dos colaboradores, e podem incluir incentivos financeiros, não-financeiros e sociais alinhados à cultura e à estratégia da empresa. Também há quem vá além, oferecendo benefícios inovadores que dão a vanguarda para a corrida pela atração e retenção de talentos.

Personalizar o pacote de benefícios conforme o perfil dos funcionários é uma tendência crescente e uma das melhores práticas de RH. E se sua intenção é aumentar a satisfação e o engajamento das equipes, você está no lugar certo. Nesse artigo você vai encontrar quais são os principais tipos de benefícios para colaboradores (dos obrigatórios por lei aos opcionais e inovadores), com exemplos e ideias de benefícios empresariais em cada uma das categorias. 

Quais são os benefícios obrigatórios por lei?

Os benefícios obrigatórios formam a base legal dos direitos trabalhistas no Brasil, assegurados pela CLT e outras normas. Eles garantem condições mínimas de segurança, equidade e bem-estar para todo empregado formal, como jornada regulamentada, férias remuneradas, licenças e proteção social. O cumprimento rigoroso desses benefícios é indispensável para a conformidade jurídica e para manter um ambiente de trabalho justo. E quem desrespeitar essas obrigações pode estar sujeito a multas, danos graves à reputação e até mesmo processos judiciais. 

Exemplos de benefícios obrigatórios previstos em lei incluem:

  1. Férias remuneradas: direito a 30 dias de descanso remunerado a cada 12 meses de trabalho, com acréscimo de um terço do salário no período de férias;
  2. 13º salário: gratificação de fim de ano paga em duas parcelas, equivalente a um salário mensal extra;
  3. FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço): depósito mensal de 8% do salário em uma conta vinculada ao empregado, com os recursos ficando acessíveis em casos previstos em lei, como demissão sem justa causa, compra da casa própria ou aposentadoria e funcionando como uma poupança compulsória;
  4. Vale-transporte: é um subsídio obrigatório para o deslocamento entre a casa do colaborador e o trabalho, cobrindo gastos com transporte público. A empresa antecipa os valores e pode descontar até 6% do salário do colaborador, conforme previsto na CLT;
  5. Licenças de maternidade e paternidade: afastamento remunerado em casos de nascimento de filhos. A licença-maternidade é de 120 dias garantidos por lei e não pode ter prejuízo no emprego ou salário. Ela pode chegar a 180 dias em empresas participantes do Programa Empresa Cidadã. Já a licença-paternidade normalmente é de 5 dias corridos, conforme a Constituição Federal. Em empresas cidadãs, esse número sobe para 20 dias;
  6. Aviso prévio: em caso de desligamento, comunicação antecipada da demissão. O funcionário dispensado sem justa causa tem direito a aviso prévio de no mínimo 30 dias, ou indenização correspondente, garantindo tempo para se orientar profissionalmente.

E atenção: atender a essas obrigações não é apenas uma questão legal, mas também de responsabilidade social corporativa. Um ponto importante é que, ao cumprir a lei, a empresa constrói uma relação de confiança com os colaboradores, estabelecendo um piso de segurança e justiça. 

Os benefícios obrigatórios podem ser considerados a base para uma estratégia de benefícios, e são a partir deles que podemos partir para os benefícios opcionais, que são diferenciais adicionais que farão parte da estratégia de qualquer RH de sucesso.

O que são os benefícios flexíveis?

Cumpridas as obrigações legais, as organizações ganham espaço para inovar em benefícios flexíveis. Os benefícios flexíveis são iniciativas oferecidas além do mínimo exigido, e são muitas vezes personalizáveis de acordo com o perfil e a preferência dos colaboradores. O conceito de benefícios flexíveis vem ganhando força justamente por reconhecer que a força de trabalho é diversa (com diferentes gerações, estilos de vida e necessidades) e que um pacote genérico pode não ser eficaz. 

Quando adota os benefícios flexíveis, a empresa oferece um leque de benefícios corporativos e o colaborador pode escolher aqueles que mais valoriza. Mas isso não acontece sem regras. Por exemplo: pode haver um valor de crédito flexível que cada funcionário aloca entre opções como vale-alimentação, auxílio academia, cursos, etc, conforme suas prioridades. 

Segundo pesquisa da WTW, colaboradores se sentem mais valorizados com benefícios flexíveis. Afinal, eles permitem que cada um monte um pacote mais alinhado à sua realidade. Além disso, empresas que adotam benefícios flexíveis conseguem atender melhor diferentes faixas etárias e suas preferências.

Um exemplo simples acontece enquanto profissionais mais jovens priorizam auxílio-educação e tempo livre quando, por outro lado, colaboradores com família buscam mais um plano de saúde robusto. E esse impacto não está só na teoria, mas já é algo validado por dados. A WTW identificou que, das empresas entrevistadas, 57% declararam que adaptar os benefícios às necessidades dos colaboradores é essencial para corresponder às expectativas em constante evolução do time.

Implementar um programa flexível requer planejamento, mas traz retornos significativos em engajamento. Alguns pontos podem te ajudar nesse processo:

  1. Ouça os colaboradores na hora de definir o portfólio de benefícios. Você pode fazer isso por meio de pesquisas internas, comitês ou feedbacks abertos.
  2. Busque realmente entender o que o pessoal realmente valoriza. Isso te permite direcionar investimentos para benefícios de maior impacto. Também é importante estabelecer políticas claras de como funciona a flexibilidade (regras de utilização do crédito, quais opções estão disponíveis, períodos de troca, etc.), garantindo transparência. 
  3. Veja oportunidades de usar plataformas ao seu favor. Um exemplo é o Unico Skill, um benefício educação. Ele permite que você ofereça acesso a mais de 90 instituições renomadas brasileiras, mas que os próprios colaboradores escolham seus cursos e jornadas de aprendizado. Assim, é possível garantir uma boa gestão do RH com a personalização que os colaboradores precisam. 

Ideias de benefícios para colaboradores

Tendo a diferença entre os tipos de benefícios para colaboradores, agora é a hora de nos aprofundarmos em algumas ideias. Confira exemplos de benefícios corporativos, por categoria.

Benefícios financeiros

Os benefícios financeiros englobam todas as vantagens oferecidas que possuem valor monetário direto ou indireto ao colaborador. Muitos desses benefícios estão ligados à remuneração e condições materiais de trabalho. Alguns deles são benefícios obrigatórios pela CLT ou previstos em acordos coletivos, enquanto outros são concedidos voluntariamente pelas empresas para elevar a qualidade de vida do funcionário e de sua família. 

O objetivo dos benefícios financeiros é favorecer as condições do dia a dia de trabalho e atender necessidades básicas, mas também vão além disso, funcionando como complemento importante do salário.

Exemplos comuns de benefícios financeiros para colaboradores:

  • Vale-Transporte: já mencionado entre os obrigatórios, é o benefício que custeia o deslocamento do colaborador. Mesmo sendo uma exigência legal, vale destacar aqui que esse benefício compõe a renda indireta do funcionário e garante seu acesso ao local de trabalho sem comprometer parte significativa do salário. Ou seja, seus benefícios para engajamento também são enormes e podem ser uma opção interessante em modelos de trabalho que não englobem a CLT, como para PJ.
  • Vale-Alimentação e Vale-Refeição: esses são subsídios mensais para custear compras de supermercado (vale-alimentação) ou refeição em restaurantes (vale-refeição). Eles estão entre os benefícios mais populares e valorizados, ajudando a reduzir a despesa mensal com alimentação. Empresas inscritas no PAT (Programa de Alimentação do Trabalhador) recebem incentivos fiscais para oferecer esses vales.
  • Auxílio Combustível ou Estacionamento: para colaboradores que utilizam veículo próprio, algumas empresas fornecem um valor de ajuda de custo com combustível ou convênios com estacionamentos. Isso alivia os gastos de quem se desloca de carro e pode ser decisivo para garantir a pontualidade e conforto no trajeto.
  • Plano de Saúde e Odontológico: a assistência médica e odontológica é considerada um dos benefícios mais importantes pelos empregados. Consiste em a empresa arcar (total ou parcialmente) com um convênio de saúde privado. E apesar de parecer básico, esse tipo de benefício é poderoso. Em muitas pesquisas, planos de saúde aparecem como o benefício número um desejado pelos trabalhadores, pois representam segurança e economia significativa com despesas médicas.
  • Seguro de Vida: essa é uma cobertura que garante indenização aos beneficiários em caso de falecimento do colaborador (ou até mesmo cobertura para invalidez, doenças graves, conforme a apólice). O seguro de vida traz tranquilidade extra, principalmente para quem tem família, e seu custo quando contratado em grupo é relativamente baixo para a companhia.
  • Previdência Privada Complementar: esse é um plano de previdência empresarial em que a empresa contribui com um valor mensal em um fundo de aposentadoria privado. Esse benefício estimula o colaborador a poupar para o longo prazo, visando uma aposentadoria mais confortável. É muito valorizado por colaboradores de média/longa permanência e demonstra visão de futuro por parte da empresa.
  • Participação nos Lucros e Resultados (PLR): programa em que a empresa distribui parte de seus lucros ou resultados atingidos com os colaboradores, geralmente atrelado a metas. A PLR tem respaldo na legislação (Lei 10.101/2000) e não sofre encargos trabalhistas nem previdenciários (desde que siga os critérios legais), sendo um incentivo financeiro atrelado ao desempenho da organização. Quando bem estruturada, ela é uma forma de alinhar o sucesso dos funcionários ao da empresa, aumentando o engajamento.
  • Auxílio-Creche: ele é obrigatório por lei para empresas com certo número de funcionárias mulheres (conforme a CLT, art. 389, §1º). Mas esse benefício também pode ser oferecido voluntariamente por muitas organizações a todos os colaboradores com filhos pequenos. É um valor mensal para ajudar no pagamento de creches ou babás.
  • Bolsa de Estudos e Auxílio Educação: investimento em cursos, treinamentos ou acesso a plataformas de aprendizado para o colaborador. Pode ser desde reembolso de parte da mensalidade de uma graduação/pós, até assinaturas de cursos online, aulas de idiomas ou MBAs. Por exemplo, oferecer um benefício educacional amplia as habilidades do time e favorece o desenvolvimento de carreira. Ou seja, é um ganho mútuo para funcionário e empresa.
  • Bônus e Stock Options: algumas empresas oferecem bônus financeiros por desempenho ou planos de opção de ações (stock options) para níveis estratégicos, o que também são benefícios de cunho financeiro, alinhando recompensas ao sucesso corporativo no longo prazo.

Cada um dos benefícios financeiros contribui para aliviar despesas do empregado ou aumentar sua renda, elevando o nível de satisfação. Do ponto de vista da empresa, investir nesses benefícios pode parecer custoso, mas o resultado prático deles é direto na produtividade e lealdade.

Pesquisas apontam que colaboradores que se sentem cuidados tendem a retribuir com compromisso e rendimento. No Reino Unido, um levantamento revelou que 43% dos empregados estão continuando nos seus empregos atuais por causa dos benefícios que recebem. Ou seja, quase metade atribui sua retenção diretamente ao pacote de benefícios. 

Benefícios não-financeiros

Os benefícios não-financeiros são aqueles que não envolvem pagamento direto ou verbas, mas oferecem condições, facilidades ou reconhecimento que melhoram a qualidade de vida no trabalho. Muitas vezes são chamados de benefícios intangíveis, pois seu valor é percebido em termos de tempo, comodidade, cultura ou desenvolvimento, e não em dinheiro na conta.

 Esses benefícios corporativos diferenciados impactam fortemente o clima organizacional e a produtividade, muitas vezes com custo relativamente baixo para a empresa.

Exemplos de benefícios não-financeiros:

  • Horário flexível: possibilidade de ajustar os horários de entrada e saída ou fazer uma jornada diferenciada (desde que cumpra as horas combinadas). Oferecer flexibilidade de horários ajuda o colaborador a equilibrar compromissos pessoais (como levar filhos à escola, estudar, etc.) e o trabalho.
  • Trabalho Remoto ou Híbrido: a possibilidade de home office alguns dias (ou totalmente remoto) tornou-se um dos benefícios mais apreciados no pós-pandemia. Permitir que o colaborador trabalhe de casa oferece economia de tempo e dinheiro com deslocamento, mais conforto e concentração em tarefas, além de demonstrar confiança na empresa.
  • Licenças e Folgas Estendidas: políticas além do mínimo legal, como licença-maternidade e paternidade estendidas, licenças para cursos ou projetos pessoais (sabáticos), ou até dias de folga em ocasiões especiais (como aniversários e casamentos). Elas dão tempo ao colaborador quando ele mais precisa e geram enorme gratidão. E, claro, isso volta em engajamento.
  • Programas de Qualidade de Vida: aqui entram iniciativas voltadas ao bem-estar físico e mental. Entre os exemplos estão convênios com academias ou subsídio em aplicativos de atividade física, ginástica laboral no escritório, sessões de meditação ou mindfulness, massagem anti-estresse, orientações de nutricionistas, day off no aniversário, etc. Também estão em alta programas de apoio à saúde mental, como parceria com psicólogos ou plataformas de terapia.
  • Programas de Reconhecimento: essas são iniciativas que reconhecem e recompensam realizações não necessariamente com dinheiro, mas com status e apreço. Prêmio de Funcionário do Mês, elogios públicos, mural de conquistas e eventos de agradecimento estão entre os exemplos. Um sistema estruturado de reconhecimento gera sentimento de valorização e pertencimento.
  • Programas de Desenvolvimento Profissional: oportunidades de capacitação e aprendizado contínuo oferecidas pela empresa. Isso pode incluir treinamentos internos, workshops, mentoria, rotação de funções para desenvolvimento de novas habilidades, entre outros. Um destaque aqui é oferecer acesso à educação corporativa como benefício, seja via bolsas de estudo (citadas antes) ou plataformas de cursos online. 

Dentro dessas plataformas, um exemplo inovador é o Unico Skill, uma plataforma de educação corporativa ilimitada que as empresas podem disponibilizar aos colaboradores para desenvolvimento de hard e soft skills

Com uma assinatura mensal acessível, o colaborador tem acesso a milhares de cursos, trilhas e conteúdos de instituições renomadas, personalizando sua jornada de aprendizado. Grandes empresas no Brasil já utilizam essa solução como parte de seus programas de desenvolvimento contínuo, devido ao impacto transformador na qualificação e crescimento do time. 

O Unico Skill já foi adotado em programas de benefícios de educação de mais de 80 empresas, incluindo organizações como Natura, iFood, Heineken, Nestlé, Vivo, entre outras. Incorporar um benefício educacional desse porte demonstra forte compromisso com a carreira dos colaboradores e tende a aumentar a motivação e retenção dos talentos que buscam crescimento.

Oferecer benefícios não-financeiros como o Unico Skill muitas vezes é o diferencial que cria um ambiente de trabalho excelente. Eles fomentam a cultura organizacional positiva, com mais autonomia, respeito à individualidade e incentivo ao crescimento. Esses benefícios também estão altamente ligados à retenção de talentos: profissionais qualificados tendem a permanecer onde sentem qualidade de vida e oportunidades de desenvolvimento

Benefícios sociais

Por fim, temos os benefícios sociais, que são aquelas iniciativas voltadas a causas sociais, valores éticos e ao impacto na comunidade. Diferentemente dos anteriores, os benefícios sociais muitas vezes não se restringem aos colaboradores individualmente, mas envolvem práticas da empresa que beneficiam a força de trabalho e a sociedade ao redor. Esses benefícios alinham a política de RH com a responsabilidade social corporativa e os princípios de ESG (Ambiental, Social e Governança) da organização.

Exemplos de benefícios sociais nas empresas:

  • Programas de Diversidade e Inclusão: iniciativas que visam promover a inclusão de grupos diversos no ambiente de trabalho e a igualdade de oportunidades. Isso inclui desde metas de contratação de minorias, comitês de diversidade, até a criação de redes de apoio (grupos de afinidade, mentoria para grupos sub-representados) e treinamento em viés inconsciente.
  • Programas de Voluntariado Corporativo: aqui, a empresa incentiva e possibilita que os colaboradores participem de projetos voluntários e comunitários. Pode ser através de dias de folga para voluntariado, parceria com ONGs, campanhas de doação ou eventos em grupo (mutirão de voluntários em uma causa). O voluntariado corporativo traz um sentido de propósito ao trabalho, aumenta o orgulho de pertencer à organização e ao mesmo tempo beneficia a comunidade.
  • Projetos de Redução da Desigualdade Social: iniciativas como programas de aprendizagem para jovens de baixa renda, estágios e trainees afirmativos, parcerias com escolas públicas, investimentos em educação financeira dos colaboradores e familiares, entre outros. Quando uma empresa se envolve ativamente em reduzir desigualdades (dentro e fora dela), os colaboradores se sentem parte de algo maior. 

Quando olhamos para os benefícios sociais, vemos uma forma de reforçar os valores da empresa e contribuir para uma cultura organizacional forte e ética. Em um cenário de mudanças sociais rápidas, as companhias que adotam políticas de inclusão, voluntariado e responsabilidade social constroem uma marca empregadora muito mais atraente e resiliente.

Isso se reflete em reputação (tanto interna entre funcionários quanto externa no mercado) e até na preferência de candidatos: profissionais cada vez mais querem trabalhar em locais cujos valores combinam com os seus. Além do mais, esses programas muitas vezes trazem desenvolvimento de novas competências aos colaboradores (empatia, liderança, trabalho em equipe em contextos diferentes), enriquecendo o capital humano da organização.

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